Leis, ora, as leis!

A Constituição de Quelônia é muito simples e direta.
É composta de apenas 1 artigo e 6 parágrafos:

ARTIGO PRIMEIRO:
Vale o que não está escrito. Afinal, o verdadeiro valor e significado de qualquer texto se encontra nas entrelinhas, e não nas linhas.

Parágrafo 1: Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã.

Parágrafo 2: O descanso é obrigatório de segunda à sexta. Trabalho só nos sábados, domingos e feriados.

Parágrafo 3: Amigos tem sempre prioridade sobre negócios. E, de preferência, fazer negócios só com amigos.

Parágrafo 4: Em caso de dúvida, consulte o Rei.

Parágrafo 5: Vale o que está combinado, a não ser que o Rei mude de idéia.

Parágrafo 6: Este parágrafo cada cidadão escreve o seu. Afinal, Quelônia é uma democracia!

 

Credo

Além da Carta de Normas e Princípios da Nação (Constituição), que deve estar afixada na entrada de cada residência, Quelônia também possui uma lista de pensamentos e idéias que norteiam o comportamento de seus cidadãos. Esse Credo é fruto do pensamento coletivo dos quelonienses e deve ser constantemente revisado e ampliado:

• Vida é algo importante demais para ser levada a sério.

• Moderação é fatal. Nada tem mais chance de sucesso que o excesso.

• Não existe prazer em não ter nada para fazer. O prazer está em ter muito o que fazer, e não fazer nada.

• É preferível um fim com desgraça, que uma desgraça sem fim.

• É sempre melhor pedir perdão que aprovação.

• Sábio é aquele que não busca o prazer. Busca somente a ausência de dor.

• O bom comportamento é o último refúgio dos medíocres.

• Consistência é o último refúgio dos sem imaginação.

• Tristes são as pessoas e as coisas consideradas sem ênfase.

• Tenha grandes ambições, mas curta os pequenos prazeres.

• Julgue o seu sucesso pela medida em que você está desfrutando de paz, saúde e amor.

• Dinheiro não traz felicidade, mas acalma os nervos.

• Cínico é aquele que sabe o preço de tudo, e o valor de nada.

• Fé é uma maneira resumida de definir a crença ilógica na ocorrência do improvável.

• Mentira é uma verdade que não aconteceu.

• O túmulo do saber não é a ignorância, mas a ignorância da própria ignorância.